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	<title>IBM Forum</title>
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		<title type="html">Dados sobre como as empresas estão utilizando Web 2.0</title>
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		<updated>2008-09-05T18:53:13+00:00</updated>
		<content type="html" xml:lang="pt">&lt;div&gt;&lt;p&gt;Acabei de ler um &lt;a href=&quot;http://www.mckinseyquarterly.com/Building_the_Web_20_Enterprise_McKinsey_Global_Survey_2174_abstract&quot; title=&quot;Artigo da McKinsey&quot;&gt;artigo interessante da McKinsey: &quot;Building the Web 2.0 Enterprise&quot;&lt;/a&gt;. O artigo compara resultados de uma pesquisa que eles realizaram em 2007 sobre o uso de Web 2.0 nas empresas com uma nova pesquisa realizada este ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Me chamaram a atenção dois pontos principais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O primeiro ponto é ligado a afirmação de que ferramentas e conceitos ligados a Web 2.0 são mais utilizados em empresas que encorajam o uso através de táticas como integrar as ferramentas em fluxos de trabalho e processos existentes, lançamento das iniciativas de Web 2.0 em conjunto com outras iniciativas importantes, e através do engajamento e suporte dos níveis mais altos da gerência da empresa&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre este ponto eu concordo plenamente com a integração com processos e fluxos de trabalho existentes. Tenho batido nesta tecla com todos que converso sobre o assunto. As ferramentas isoladas são apenas ferramentas isoladas ... mas integrá-las no contexto do que fazemos no dia a dia para melhorar a produtividade e fomentar a inovação é o que faz a diferença.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segundo ponto é um dado interessante ... diz o artigo que nas empresas que reportam maior nível de satisfação com as iniciativas de Web 2.0 estas iniciativas são conduzidas por áreas de negócio com o suporte de TI. Já nas empresas que reportam insatisfação com iniciativas de Web 2.0 ocorre o inverso: TI seleciona as ferramentas as disponibiliza para as áreas de negócio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É outro ponto que eu acho crucial entender: TI tem que participar do processo sim, é claro. Mas tem que participar como consultora e parceira da área de negócio, não como executora quase independente de uma idéia que não tem ligação direta com as áreas de negócio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Junte as duas coisas: como TI, sozinha, vai saber o que incorporar aos processos e ao dia a dia das áreas de negócio? Simplesmente não vai, vai apenas disponibilizar ferramentas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então é isso ... que as áreas de TI e negócios comecem com o espírito de Web 2.0 e colaborem para iniciar e tocar os seus projetos. Se fizerem isso, os resultados virão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, para não perder a chance ... aqui está o Wordle do artigo. :)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://mariocosta.typepad.com/.a/6a00d8341d015953ef00e554e5ca4c8833-pi&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://mariocosta.typepad.com/.a/6a00d8341d015953ef00e554e5ca4c8833-800wi&quot; alt=&quot;WordleMcKinseyWeb20&quot; border=&quot;0&quot; class=&quot;at-xid-6a00d8341d015953ef00e554e5ca4c8833 image-full &quot; title=&quot;WordleMcKinseyWeb20&quot; /&gt;&lt;/a&gt;
 &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</content>
		<author>
			<name>Mario Costa</name>
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			<title type="html">Mario Costa - Tecnologia e algo mais...</title>
			<subtitle type="html">Este blog é um espaço para troca de idéias sobre tecnologia, tendências, negócios e curiosidades.</subtitle>
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		<title type="html">Crossfox Firefox</title>
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		<updated>2008-09-05T16:35:14+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;p&gt;&lt;img class=&quot;size-full wp-image-851 photo aligncenter&quot; title=&quot;Crossfox with a Firefox&quot; src=&quot;http://avi.alkalay.net/articlefiles/2008/09/crossfox-firefox.jpg&quot; alt=&quot;Crossfox with a Firefox&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;The kind of thing you can &lt;a href=&quot;http://maps.google.com/?ie=UTF8&amp;amp;ll=-23.556631,-46.682732&amp;amp;spn=0.005675,0.011115&amp;amp;z=17&quot;&gt;find circulating in São Paulo&lt;/a&gt;, friday at noon.&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;p&gt;&lt;small&gt;© Avi for &lt;a href=&quot;http://avi.alkalay.net&quot;&gt;Avi Alkalay&lt;/a&gt;, 2008. |
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			<name>Avi Alkalay » Info &amp;amp; Biz Technology</name>
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			<title type="html">Avi Alkalay » Info &amp;amp; Biz Technology</title>
			<subtitle type="html">Digital Awareness and Flying Spirit</subtitle>
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			<updated>2008-09-06T05:30:08+00:00</updated>
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		<title type="html">Vem ai o Sun Tech Days 2008</title>
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		<updated>2008-09-05T13:07:17+00:00</updated>
		<content type="html">Nos dias 29 e 30 de setembro e 01 de outubro, das 8 as 20 horas, acontece em São Paulo o Sun Tech Days.
Obrigatório para quem trabalha ou quer trabalhar com Java!
Mais informações em http://www.suntechdays.com.br/
Nos vemos lá!</content>
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			<title type="html">jmmwrite</title>
			<subtitle type="html">Conteúdo sobre TI e Carreira que faz diferença</subtitle>
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			<updated>2008-09-08T09:30:06+00:00</updated>
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		<title type="html" xml:lang="en-US">Como será a indústria de software em 2020?</title>
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		<updated>2008-09-04T03:00:00+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;p&gt;&lt;p&gt;Fim de semana chuvoso, um bom vinho na varanda e de repente vem um pensamento: Como será  indústria de software daqui a uns dez ou doze anos? Como será a indústria de software em 2020?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Bem, como depois de algumas taças de vinho as idéias fluem muito mais livremente, vou colocar algumas opiniões pessoais, que não necessariamente coincidem com as do meu empregador (a &lt;span class=&quot;caps&quot;&gt;IBM&lt;/span&gt;) ou meus colegas&amp;#8230; &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;Vejo dois movimentos que já estão transformando decisivamente esta indústria, o Open Source e o Sofware-as-a-Service (SaaS), que, na minha opinião,  em 2020 serão os modelos dominantes.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;O modelo Open Source afeta diretamente a cadeia de valor da indústria pois atua nas mais importantes variáveis que entram na composição dos seus preços como os custos de desenvolvimento (diluídos pelo trabalho colaborativo) e marketing/comercialização (via Internet). Oferecendo alternativas “good enough”, custos de propriedade mais competitivos (em alguns casos os custos de aquisição tendem a zero) e modelos de negócio mais flexíveis, o resultado gerado pelo Open Source é uma pressão maior nas margens, obrigando a muitos produtos terem seus preços sensivelmente reduzidos. Um exemplo típico tem sido a contínua redução de preços de  pacotes como o Office.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Ah, “good enough” significa uma solução tecnológica que não necessariamente tenha todas as funcionalidades de um produto líder de mercado, mas que contém as funcionalidades que atendem a uma imensa maioria de usuários.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;Software-as-a-Service é outro modelo disruptivo. Sua proposição de valor é  funcionalidade oferecida e não a “propriedade” do produto. A idéia básica é que você na verdade não quer uma máquina de lavar roupa, mas quer a roupa lavada. SaaS oferece isso. Você não necessita instalar um pacote de CRM ou ERP, mas precisa das suas funcionalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
O cliente não adquire licença de uso, mas paga uma taxa mensal baseada no número de funcionários que acessem o serviço.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;O mercado vem dando sinais de grande receptividade a este modelo. Algumas estimativas apontam que SaaS pode chegar a 25% ou 30% do mercado total de software já nos próximos 3 a 4 anos. Outra estimativa aponta que já em 2010 pelo menos 65% das empresas americanas terão pelo menos uma aplicação rodando no modelo SaaS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
Como estamos falando de um horizonte de uns dez anos, podemos imaginar que um percentual bem significativo do mercado de software será baseado em SaaS e Open Source por volta de 2020. &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;O resultado final é que a indústria de software precisará ser reinventada. Porque comprar uma licença de uso de um caríssimo software se existir uma solução “good enough” mais barata e que não precisa ser instalada em suas máquinas? A questão é que atrás destas mudanças estão novos modelos de negócio que provavelmente não terão margens de lucro tão altas quanto hoje. Hoje por exemplo, segundo dados da McKinsey, o EBITDA das maiores empresas de software situa-se entre 25% a 30%, enquanto que as de SaaS ficam em torno dos 13%. Uma das causas pode ser a ainda pouca escala do negócio. Com o crescimento da base instalada e maior adoção do modelo, a lucratividade pode aumentar, mas dificilmente chegará aos valores praticados pela industria de software atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A dificuldade maior vai aparecer para as empresas já estabelecidas, que precisam mudar seu modelo de negócios e provavelmente sua estrutura organizacional, de vendas e de custos. E recriar o ecossistema de parceiros&amp;#8230;Ou sejam, existem barreiras culturais e organizacionais a serem vencidas!&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;O modelo de negócios SaaS é bem diferente do modelo de licenças tradicional. No modelo tradicional a lucratividade vem das taxas anuais de manutenção e não necessariamente da venda de novas licenças. Por exemplo, a manutenção respondeu, no ano passado,  por 58% da renda e 74% da lucratividade da Oracle.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;Já a lucratividade do negócio SaaS depende de três variáveis básicas, muito similares ao do setor de celulares: quanto custa atrair um novo cliente (custo de aquisição), quanto estes clientes renderão com suas assinaturas (ou a receita média por usuário ou ARPU, que significa Average Revenue Per User), e com que frequência os assinantes vão embora e precisam ser substituídos (taxa de rotatividade ou churn rate). As operadoras de celular conhecem bem este jogo...&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;A transição para o modelo SaaS não é simples. Os custos de vendas e marketing ainda são muito altos. Um exemplo é que a empresa SaaS mais bem sucedida até o momento, a Salesforce.com gasta metade de suas receitas em vendas e marketing. E como o modelo ainda é novidade, a maioria dos clientes ainda está testando o serviço pela primeira vez e não existem garantias que ficarão muito tempo. No modelo tradicional a troca de um software é mais complexa e o aprisionamento do usuário é quase uma regra da indústria. Quantos usuários de ERP trocam de fornecedor? No SaaS a barreira de saída é muito mais baixa. Voce poderá trocar muito mais facilmente de fornecedor. &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;A consequência uma competição mais acirrada e preços menores. Resultado final: margens e lucratividades menores. Definitivamente que em 2020 a indústria de software deverá ter uma “cara” vem diferente da atual e as empresas lucrativas de hoje (como as fornecedoras de ERP) provavelmente estarão ganhando dinheiro com outros modelos de negócio (mais focados em serviços de consultoria e integração) ou simplesmente estarão fora do jogo. Ignorar e não reagir rápido à esta mudança de paradigma pode signficar sair do mercado. Um exemplo é a Siebel que ignorou a entrada da salesforce.com e acabou sendo adquirida pela Oracle.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Cezar Taurion</name>
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			<title type="html">Cezar Taurion</title>
			<subtitle type="html">Software, Open Source, SOA, Innovation, Open Standards, Trends</subtitle>
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		<title type="html" xml:lang="en-US">Assinado o Protocolo de Brasilia</title>
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		<updated>2008-09-02T10:00:00+00:00</updated>
		<content type="html">&lt;p&gt;&lt;p&gt;Na semana passada durante o Consegi (Congresso Internacional Sociedade e  Governo Eletrônico) foi assinado o chamado Protocolo de Brasília, documento que formaliza o comprometimento público de diversas empresas e órgãos do governo brasileiro para adoção do ODF como padrão oficial para troca de documentos entre os órgãos federais.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;As empresas que assinaram o Protocolo são do porte do Serpro, Caixa, Banco do Brasil e Correios, além de diversos órgãos públicos como o ITI e o INPI. Também ministérios como o Comando da Aeronáutica e o Ministério do Planejamento, através da SLTI assinaram o documento. &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;O Protocolo de Brasilia é um passo importante na adoção do ODF, que além de ser padrão ISO é também um padrão brasileiro, reconhecido pela ABNT. Além disso é o padrão recomendado pelos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (e-PING) do governo federal.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;Bem, e agora quais serão os proximos passos? A partir de ações concretas como esta veremos o ODF se espalhando com mais rapidez entre outras empresas e órgãos do governo federal, bem como por governos estaduais (vide Paraná) e municipais. Também é provável que muitos países da América Latina adotem um Protocolo parecido, pois as delegações de vários deles, presentes ao Consegi, se mostraram interessadas em criar ações similares.&lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;Então, o que ainda vai faltar? Um maior engajamento de governos estaduais e municipais e ainda, insisto, da academia. Porque documentos trocados entre alunos e professores, e mesmo entre universidades devem ser baseados em formatos proprietários? Porque a academia, que sempre falou em democratização da informação não está adotando um formato aberto de documentos como o ODF? &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;

	&lt;p&gt;&lt;p&gt;Também gostaríamos de ver outros poderes de Estado, alem do executivo adotando o ODF como padrão de troca de documentos. O Legislativo e o Judiciário não podem, aliás não devem, ficar de fora deste movimento. &lt;/p&gt;&lt;/p&gt;</content>
		<author>
			<name>Cezar Taurion</name>
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